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O grupo, idealizado e lançado por Paulinho da Viola em 1970, reunia uma seleção de craques de fazer frente a de Pelé e cia.: Monarco, Casquinha, Argemiro, Doca, Eunice e Surica, além dos já falecidos Manacéa, Chico Santana e Chatin "Doce Recordação" (título da edição brasileira) é o segundo disco dos quatro lançados pela Velha Guarda da Portela e permaneceu inédito no Brasil durante 14 anos. Sob os auspícios da base formada por Henrique Cazes (violão e cavaquinho), Paulão (violão de 7) e Mauro Diniz (cavaquinho), Chico Santana apresenta o "Hino da Velha Guarda da Portela", com o sintomático Œestamos velhos/mas ainda não morremos‚. Monarco e Casquinha recordam o enciclopédico Alcides Malandro Histórico ("Você Não é a Tal Mulher") e o "professor" Alvaiade (no partido "Para o Bem do Nosso Bem"). Compositores como Manacéa ("Flor do Interior", com o próprio), Mijinha ("Fui Condenado"), Aniceto da Portela (cantando sua clássica "Madrugada"), Paulo da Portela ("Cidade Mulher", homônima do samba de Noel Rosa e do filme de Humberto Mauro, aqui com Monarco) representam um pedaço precioso de uma história de glórias em azul e branco. Chatin tece lousas ao sexo feminino em "Mulher ingrata" e "Nega Danada". Argemiro e Alberto Lonato comparecem respectivamente com "Nuvem Que Passou" e "Esqueça". Destaque para "Vai Mesmo"(de Rufino), na voz de Monarco, e a música-título, "Doce Recordação", de Casquinha e Bubu. Os demais álbuns da Velha Guarda da Portela são "Passado de Glória"(1970), "Homenagem a Paulo da Portela" (1988) e "Tudo Azul" (2000).
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álbum Velha Guarda da Portela - Doce Recordação
12 faixas
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01 |
Hino da Velha Guarda da Portela |
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(Francisco Santana) |
Francisco Santana |
02:51 |
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02 |
Você Não é Tal Mulher / Para o Bem do Nosso Bem |
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(Alcides Malandro Histórico / Alvaiade) |
Monarco, Casquinha, Argemiro e Francisco Santana |
03:46 |
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03 |
Flor do Interior |
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(Manacéa) |
Manacéia |
03:17 |
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04 |
Fui Condenado |
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(Monarco/Mijinha) |
Monarco |
02:42 |
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05 |
Nuvem que Passou |
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(Argemiro) |
Argemiro |
03:00 |
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06 |
Doce Amor |
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(Nilson) |
Monarco |
03:41 |
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07 |
Vai Mesmo |
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(Rufino) |
Monarco |
02:34 |
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08 |
Madrugada |
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(Aniceto da Portela) |
Monarco, Manacéia, Francisco Santana, Casquinha, Argemiro, Alberto Lonato, Chatin, Doca, Eunice e Surica |
04:04 |
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09 |
Mal Procedimento / Mulher Ingrata / Nega Danada (Que Mulher) / |
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(Nelson Amorim / Chatin / Chatin) |
Monarco |
03:13 |
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10 |
Esqueça |
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(Alberto Lonato) |
Alberto Lonarto |
02:27 |
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11 |
Doce Recordação |
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(Casquinha/Bubú) |
Casquinha |
03:08 |
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12 |
Cidade Mulher |
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(Paulo Portela) |
Monarco |
03:20 |
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VELHAS COMPANHEIRAS - MONARCO, NÉLSON SARGENTO, GUILHERME DE BRITO
Gravado e produzido em 1999 por Katsunori Tanaka e Henrique Cazes, "Velhas Companheiras" é uma homenagem à trajetória de Portela e Mangueira, na voz de alguns dos mais significativos compositores e intérpretes do samba carioca. Se Cartola e Nélson Cavaquinho não puderam receber Œas flores em vida‚ do reconhecimento internacional, seus parceiros Nélson Sargento e Guilherme de Brito, respectivamente, o fizeram. Se Paulinho da Viola foi um dos grandes responsáveis pela reunião da Velha Guarda da Portela, sem jamais ter sido um de seus integrantes, Monarco, o band-leader da Velha Guarda, hoje experimenta em relação ao mundo do samba o mesmo reconhecimento que um Compay Segundo na música cubana. Juntos, Monarco, Nélson Sargento e Guilherme de Brito consolidam o épico gracejo de Cartola em "Sala de Recepção": ŒAqui se abraça inimigo/como se fosse irmão, As Gatas (Dinorah, Nara, Zélia e Zenilda) abrem o disco celebrando a "Alvorada", dos mangueirenses Cartola e Cachaça, e a "Manhã Brasileira", do portelense Manacéa. Em seguida, Monarco saúda Sinhô, o Rei do Samba na década de 20, com "Gosto Que Me enrosco", crônica de um tempo em que samba e maxixe e mulher e orgia significavam mais ou menos a mesma coisa para quem fizesse por merecer à alcunha de sambista. Numa cronologia análoga à linha evolutiva do samba, a convidada Cristina Buarque entoa "Quando o Samba Acabou", do poeta da Vila, Noel Rosa, mangueirense por adoção e admiração a Cartola, com quem compôs "Não Faz Amor", sucesso da dupla Francisco Alves e Mário Reis, aqui em grande interpretação de Monarco. de Cartola e Carlos Cachaça, foi a música escolhida por Villa-Lobos e pelo maestro inglês Leopold Stokowski para, na voz de Cartola e das pastoras da escola, representar a Mangueira no álbum "Native Brazilian Music", produzido por Stokowski, em 1940, para apresentar a diversidade musical brasileira aos públicos europeu e americano. Em relação ao samba, Carlos Drummond de Andrade resumiu: Stokowski não fez nenhum favor. Reconheceu apenas o que há de mais inventivo nas camadas humildes da população. "Quem Me Vê Sorrindo‚ é reinterpretada pela pastora Esther, que junta-se a Nélson Sargento em "Sala de Recepção", também de Cartola, com participação da flautista Andréa Ernest Dias. Nélson recria um de seus maiores sucessos, o samba-enredo "Primavera (Cântico à Natureza)", parceria com seu padrasto, o mitológico Alfredo Português.
"Cidade Mulher", delicada homenagem de Paulo da Portela à cidade do Rio de Janeiro, ressurge com Monarco e a Velha Guarda da Portela, celebrando ainda os portelenses Chatin ("Portela Querida"), Chico Santana ("Chegou a Hora de Caminhar") e Caetano, parceiro de Monarco em "Queremos Ver". Guilherme de Brito desfila seus clássicos em parceria com Nélson Cavaquinho, "Folhas Secas" e "Pranto de Poeta". Mais convidados: Wilson Moreira em "Velhos Arvoredos", de sua autoria, e Cristina em "Vaidade de um Sambista", de Chico "Velhas Companheiras‰, do gigante Monarco, fala mais do que mil press-releases: ŒVelhas companheiras/ Portela e Mangueira sempre foram as primeiras dos idos carnavais.
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álbum Velhas Companheiras
14 faixas
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01 |
Alvorada / Manhãs Brasileiras |
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(Cartola, Carlos Cachaça / Manacéa) |
As Gatas |
03:32 |
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02 |
Gosto que me Enrosco |
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(Sinhô) |
Monarco |
01:57 |
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03 |
Quando o Samba Acabou |
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(Noel Rosa) |
Cristina |
02:31 |
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04 |
Não Faz Amor |
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(Cartola/Noel Rosa) |
Monarco |
03:01 |
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05 |
Quem me Vê Sorrindo |
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(Cartola/Carlos Cachaça) |
Esther |
02:32 |
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06 |
Cidade Mulher |
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(Paulo Portela) |
Monarco |
03:07 |
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07 |
Sala de Recepção |
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(Cartola) |
Nelson Sargento e Esther |
04:13 |
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08 |
Folhas Secas |
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(Guilherme de Brito/Nelson Cavaquinho) |
Guilherme de Brito |
03:26 |
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09 |
Primavera |
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(Nelson Sargento/Alfredo Portugues) |
Nelson Sargento |
05:06 |
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10 |
Vaidade de um Sambista |
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(Francisco Santana) |
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03:17 |
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11 |
Queremos Ver / Portela Querida / Chegou a Hora de Caminhar |
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(Caetano, Monarco / Chatim / Francisco Santana) |
Monarco e Velha Guarda da Portela |
04:29 |
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12 |
Velhos Alvoredos |
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(Wilson Moreira) |
Wilson Moreira |
04:43 |
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13 |
Velhas Companheiras |
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(Monarco) |
Monarco |
03:05 |
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14 |
Pranto de Poeta |
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(Guilherme de Brito/Nelson Sargento) |
Guilherme de Brito |
02:57 |
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PAULO PORTELA
Um perfeito cavalheiro. É assim que todos os que conviveram com Paulo Benjamin de Oliveira o definem. Elegante, fino e muito educado, Paulo da Portela — que já era conhecido por esse nome antes mesmo da existência da escola — foi o primeiro a lutar pelo reconhecimento profissional do sambista. Ainda na década de 20, queria que o samba deixasse de ser caso de polícia e que a imagem do sambista fosse desvinculada da figura do malandro, do vagabundo, arruaceiro. Notório orador, “seu” Paulo falava com distinção e desembaraço e só andava impecavelmente vestido. Mais: fazia questão que todos da Portela andassem da mesma forma, de “pés e pescoços ocupados”, como dizia, exigindo sapato e gravata.
Mesmo numa época em que o samba não era visto com bons olhos pela sociedade, era difícil resistir ao apelo e à argumentação de Paulo. Com sua lábia, passava de casa em casa, em Oswaldo Cruz, para pedir aos pais permissão para que as filhas ensaiassem e depois desfilassem nas agremiações de que fez parte: os blocos Ouro Sobre Azul, Quem Fala de Nós Come Mosca e Baianinhas de Oswaldo Cruz, que mais tarde deram origem à Vai Como Pode, escola de samba que em 1935 adotou o nome Portela.
Este ano marca, além do centenário do nascimento de Paulo (em 18 de junho de 1901), os 60 anos de seu afastamento da sua Portela querida. No carnaval de 41, um desentendimento com a diretoria da escola causou o que parecia impossível: Paulo não era mais da Portela. A mágoa profunda o levou a compor um dos mais tristemente belos sambas, O Meu Nome Já Caiu no Esquecimento. Tristeza justificável, profecia nunca realizada. Paulo foi, enquanto viveu, uma figura muito popular, uma liderança incontestável — os jornais da época estimaram em 15 mil o número de pessoas que acompanharam seu enterro, em 1949. O comércio de Madureira, de luto, fechou as portas.
Por tudo isso, a importância de Paulo da Portela como líder e fundador da escola tem sido, até agora, mais celebrada do que sua faceta de compositor. Trata-se de um equívoco, que se pretende corrigir com o relançamento deste disco, de 1988, em que o “professor” — como é até hoje tratado — tem seus sambas interpretados pelos mais aplicados alunos: a Velha Guarda da Portela. Brilhante oportunidade de se conhecer melhor o autor de uma obra se não tão vasta, absolutamente fundamental, como se pode atestar ao longo das 14 músicas que compõem o repertório. Mais uma prova de que seu nome jamais cairá no esquecimento.
Nana Vaz de Castro
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álbum Velha Guarda da Portela - Homenagem a Paulo Portela
12 faixas
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01 |
Linda Guanabara |
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(Paulo da Portela) |
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02 |
pout-porri: Homenagem ao Morro Azul / Para que havemos de mentir / Cantar de um rouxinol |
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(Paulo da Portela / Paulo da Portela / Paulo da Portela) |
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03 |
Teste ao samba |
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(Paulo da Portela) |
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04 |
Conselho |
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(Lincoln Washington Pereira de Almeida, Paulo da Portela) |
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05 |
Deus te ouça |
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(Cartola, Paulo da Portela) |
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06 |
O meu nome já caiu no esquecimento |
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(Paulo da Portela) |
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07 |
Quem espera sempre alcança |
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(Paulo da Portela) |
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08 |
Linda borboleta |
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(Monarco, Paulo da Portela) |
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09 |
Cocorocó |
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(Paulo da Portela) |
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10 |
Este mundo é uma roleta |
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(Monarco, Paulo da Portela) |
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11 |
Ópio |
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(Casquinha - Paulo da Portela) |
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12 |
Cantar pra não chorar |
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(Heitor dos Prazeres, Paulo da Portela) |
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